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Mentores
Mentores do Ethno Portugal 2018:

Teresa Campos
Teresa Campos é cantora, compositora e líder de workshops. Nasceu no Porto, em 1988, é licenciada em Educação e tem um interesse especial por Educação pela Arte. Em 2014, concluiu com distinção o Mestrado em Música ,da Guildhall School of Music & Drama, em Londres. Durante a última década, esteve envolvida em muitos projectos educativos e comunitários – em Portugal, na Inglaterra, na Argentina, em Israel e no Japão – e participou como solista em vários grupos musicais, nas áreas da música tradicional, música popular e jazz, e em mais de uma dezena de CDs. Tem igualmente colaborado, desde 2012, com a companhia de teatro holandesa Gehring & Ketelaars, compondo música para peças de teatro e executando-a ao vivo no palco, no decorrer da sua apresentação pública, em Amesterdão e em Londres. Presentemente, para além de orientar workshops de voz, em vários países, trabalha, em Portugal, com o grupo vocal feminino Português “Sopa de Pedra”, dedicado à recolha e ao canto a capella de canções de raíz tradicional, e em Londres, com o músico electrónico Chiel Buscher.


Pau Baiges
Começou os seus estudo musicais e de piano com seis anos e graduou-se na ESMUC, no Richard Strauss Konservatorium de Munique e em Koniklijk Conservatorium de Bruxelas. Também estudou Jazz, improvisação, música tradicional do mundo, tendo tocado acordeão no Festival Ethno da Suécia, Croácia, Eslovénia e Portugal. Atuou como músico solista e de câmara e dirigiu vários projetos teatrais e de ópera em partes diferentes da Europa. Foi galardoado em vários certâmes de piano e música de câmara.  Trabalhou como professor e pianista no hospital psiquiátrico “La Petite Maison” de Chastre, formando parte do projeto social e artístico Equinox, dirigido por Maria João Pires. É co-fundador da Barcelona Ethnic Band desde 2010.


Denys Stetsenko
Denys Stetsenko, natural da Ucrânia, segue a aprendizagem de musica clássica desde pequeno e a partir do ano 2003 inicia-se na música tradicional e improvisada entrando no grupo Monte Lunai e Dancing Strings e participando em diversos festivais europeus de música e dança do mundo. Licenciado em Violino pela Escola Superior de Música de Lisboa, e frequentou o Curso de Mestrado em Música Antiga – Violino Barroco na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE) do Porto. É membro fundador do Quarteto Arabesco, Duo Stetsenko, Fávola d'Argo e Parapente700. Durante os anos 2011-2014 foi professor na ESMAE do Porto, assistente de Amandine Beyer. Lecciona Violino e Música de Câmara na Academia de Música de Santa Cecília e Conservatório de Lisboa. Como formador, tem orientado cursos de música tradicional instrumental, nomeadamente: Baltoques (Tradballs, Lisboa) Conservatório de Córdoba (2011, 2014), Crisol de Cuerda 2013 (Burgos) e vários em Madrid; como também nos festivais Andanças (Portugal), Folkarria (Espanha) e Festiv’Alzen (França).


Juan de La Fuente
Juan de la Fuente nasceu em Madrid. Começou a sua formação musical na Escola de Música Criativa de Madrid, em percussão Afro-Cubana, com Juan Viera. Estudou harmonia com Nacho Mastretta, Miguel Marcos e Felix Santos e produção musical com o engenheiro sonoro Ernesto "Tito" Saavedra. Prolongou o estudo por diferentes estilos musicais e instrumentos de percussão de forma auto-didata, especializando-se em música tradicional (Latina, da Europa Central e Ibérica) e Flamenco. Trabalhou em diferentes formações como Iratxo (Rock), El infome de Walter (Fusão), Karaemba (Fusão), Milion Dollar Band (Música Balcânica), Murga Express (Belga), Parapente700 (Folk), Decker-Parmenter (Folk). Atualmente, combina o seu trabalho de percussão e produtor musical em Quartet Ombú (Folk Progressivo), Trineo (electro-acústico), Martina Quiere Bailar (Folk) e de percussão em Rasa (Jazz Étnico) e Pyramid Blue (Afrobeat)


Pedro Prata
Licenciado em Arquitetura, com formação audiovisual em animação e edição de vídeo. Músico autodidata que leva consigo a paixão pelos cordofones desde pequeno. Toca guitarra, mandola, bandolim e cavaquinho português, tendo passado por diversas influências desde a música clássica ao grunge. Em 2008 deteve-se na música e dança tradicional onde participa em vários projetos e bandas como String Fling.
De momento desenvolve o seu projeto a solo baseado nas suas mais recentes experiências em França e na Índia, onde trabalha uma conexão sensorial com as pessoas, tocando  em workshops de consciência corporal e movimento, e acompanhando sessões de musicoterapia e práticas energéticas.
Acredita que o som e a música são uma poderosa fonte de cura e uma forte ferramenta de comunicação e compreensão entre seres.

Mentores de dança:

Catarina Ascensão 
Licenciada em Dança Contemporânea/Coreografia (2006) em Portugal, e tendo frequentado o Mestrado em Educação pela Arte – Teatro, Catarina desenvolve o seu trabalho entre a performance (criação e interpretação) e o ensino. Paralelamente faz um percurso de aprofundamento holístico (chigong, taoismo, medicina vibracional, alimentação como medicina) e artesanato (encadernação / pirogravura). Até 2011 trabalhou como freelancer, principalmente em Portugal, em diversas companhias (dança/teatro) e escolas. Em 2012 decide interromper este percurso e inicia uma viagem que se mantém até hoje, aprofundando esta pesquisa holística, entre Índia, França e Portugal, e encontrando pontes entre o seu trabalho e um verdadeiro interesse na conexão entre movimento/arte/vida/saúde.Também em 2012, redescobre o mundo da dança e musica tradicional, encontrando uma nova paixão. Desde então tem dirigido diversos workshops/cursos neste contexto. É co-organizadora de Resitrad, desenvolve o projecto Pendulum, com Daniel Detammaecker e é co-organizadora de Le Bal Détourné, assumindo também a sua direção artística.
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